Minhas Músicas

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Moment cult: Literatura grega"


Meio que por coincidência, ou não, considerando o fato de que adoro literatura, venho aqui contar-vos, e mantendo a mente sempre aberta a qualquer gênero literário apenas por prazer da nova descoberta e da ãnsia em querer enchergar e julgar tal gênero por mim mesma e não por uma disfunção de obra literária; ler é sempre bom, e quando um novo caminho nos espreita em nossa jornada entre livros e fins é um pecado capital dispensá-lo.
Era uma vez... A Grécia, conta-nos Jean-Pierre Vernant.
Prometeu roubou o fogo do Olimpo, Urano foi castrado, ( então é onde tudo evolui, historicamente falando, sem ofenças) Perseu cortou a cabeça de medusa. Baco promovia orgias. Hércules foi sempre o mais forte. Afrodite, a mais bela. Ulisses, o mais esperto. Aquiles teve sempre um ponto fraco. (Será que ainda há brechas para uma aspirante a escritora se aventurar e colocar sua participação minúscula na grande história literária, com um arcanjo poderoso e uma princesa bela e com o seu ponto fraco, seu amor por ele?)
É essa sou eu... Ou minha história que quero contar, ter algo em minha vida que transceda se não os tempos, apenas as mentes fechadas para si mesmas, que eu possa alcansá-las.
Enfim, me aventurei em um "mundo" oposto da nossa literatura que abrange mais o quinhentismo e nossa nacionalidade de antigamente, sertaneja, ou rural. Cruzando essa fronteira, entrei na era grega, em sua literatura e em seu mundo de deuses do olimpo e seus subsequentes de Gaia e Urano. Comecei pelo mais simples "O UNIVERSO, OS DEUSES, OS HOMENS" mitos gregos contados por Jean-pierre Vernant - editora: Companhia das letras.
O que existia antes de existir alguma coisa? A está pergunta os gregos  responderam com mitos.  Uma obra de fácil compreenssão e de um conhecimento raro sobre á introdução da mitologia grega, reúne algumas das histórias mais belas da antiguidade clássica. A peculiaridade nessa obra é o simples fato de sua narrativa ser contada como sendo "fábulas de ama-de-leite" como platão mesmo retratava e o altor destaca, retomando a vocação mais autêntica dos mitos - A de serem relatos que passam de geração em geração - , Vernant, neste livro, não é apenas o pesquisador, que há meio século atribuiu-se a missão de reviver a herança da antiguidade clássica. É também o avô que toda noite contava ao seu neto histórias e mais histórias da mitologia grega, um tesouro polissêmico ("trecho tirado do livro") que desde sempre ensina os homens a conhecer seu lugar e seus limites no mundo.
 E em uma complexa porém disponível  aceitação de um clássico da literatura que não poderia dispensar ao mergulhar tão cegamente nessa narrativa: HOMERO - A ODISSÉIA - (Em forma de narrativa) - editora: Ediouro.
Duas palavras: O prazer de ler Homero no original é privilégio de um número reduzidíssimo: o grego é, hoje, um idioma desconhecido mesmo pela imensa maioria das pessoas cultas.
      Por outro lado, as traduções das obras clássicas se ressentem, quase sempre, de um eruditismo excessivo, que as torna de todo desiteressantes para o comum dos leitores. a presente tradução da "Odisséia" destina-se a dar aos leitores de certa cultura a possibilidade de conhecer, em seus pormenores, as celebradas aventuras de "Ulisses", procurando na medida do possível, transmitir-lhe as belezas do texto original.
Apresento o melhor caminho para se aventurarem na mitologia grega.

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