Minhas Músicas

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Eu li e aprovo!

Aqui estou catando as palavras, vendo o dito pelo não dito e suspirando, encantando. Tocando. Palavras soltas, sem sentido, mas que por trás de cada uma delas, eu me revelo, me mostro, me desenrolo. Aqui estou...
 Um grande exemplo para a ala feminina independente e aspirante a uma!
Em uma época onde o pensamento lógico era tido como ilógico e a fé como única fonte certa de sabedoria; onde a palavra mesmo que exata de cientistas, filósofos e pensadores pagãos era tida por diabólica e inválida e, a mulher tratada como um ser sem alma, destinada a passar vida tratada como um trapo, ou como uma criança sem controle sobre si. Uma era onde a ignorância imperava e apenas o clero tinha direito a educação, ainda que poucos destes fossem letrados. Em plena Idade das Trevas, nasce uma mulher, destinada a ser grande, Joana de Ingelheim, luta contra todos os costumes de sua época; uma erudita mulher que herda o Trono de São Pedro, o mais alto cargo da Igreja Católica, o mais poderoso e antigo de todos os tempos, fonte de disputas políticas. João Ânglico, ou Papa João VIII, como era chamada Joana, mudou não somente a face, mas muitos dos dogmas da Igreja e operou o que podemos chamar de uma revolução do pensamento cristão.
Leiam sem preconceitos se a religiosidade engloba a igreja católica, simplesmente leiam e vão ver que de fato é um marco em nosso literatura.

O Diário de Anne Frank foi publicado pelo seu pai Otto Frank com a ajuda da escritora Mirjam Pressler, após o fim da segunda guerra mundial e com o diário de sua filha em mãos ele se dedicou a divulgar a obra de Anne, 1980 ele morre mais deixa uma grande trabalho feito. Anne Frank é uma adolescente como qualquer outra se não fosse por está vivendo em 1942 no auge da segunda guerra, com apenas 13 anos e ver sua vida mudar totalmente. No diário de Anne é mostrado a segunda guerra por alguém que realmente passou por ela numa linguagem simples e fácil de compreender. Anne e sua família após ficarem sabendo das ameaças contra os judeus e que poderiam ser expulsos do país. Ela e a família vão se esconder num porão do escritório onde seu pai havia trabalhado e logo assim ele conseguiu refúgio contra os perseguidores da guerra. Nesse anexo vai morar Anne, com seu pai, mãe e irmã, depois de alguns dias que eles foram para lá chegam a segunda família o Sr Van Daan e a Sra Van Daan com seu filho Peter por quem Anne vai gostar e sentir algo mais do que amizade.
Uma obra verídica que apesar de não retratar em detalhes o caos da segunda guerra mundial, traz consigo impressionantes relatos da menina que descobre a si mesma e aprender a crescer com seus infortúnios. Ela morre no fim, mais deixa um sentimento em nós de profunda continuidade. Leiam e digam por si mesmos.

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